Prezado Profissional de Relações Públicas,

O objetivo central da nova gestão do CONFERP é propor a busca de uma nova fase para Relações Públicas em todos os sentidos: da manutenção da categoria profissional a sua adequação à realidade do mercado e do cumprimento da lei aos novos tempos em que a atividade de Relações Públicas deve atuar.

Porém, a implantação dessa nova e complexa fase, não depende exclusivamente da vontade e desejo dos atuais conselheiros do Sistema. A nova gestão do CONFERP reconhece que um processo dessa magnitude depende da integração e participação dos profissionais que compõem a categoria.

Por essa razão, o CONFERP decidiu organizar esse espaço e realizar consulta aberta aos Profissionais de Relações Públicas sobre o que esperam da atual gestão do CONFERP e como gostariam que o Sistema CONFERP se posicionasse perante a própria categoria, ao segmento de comunicação, ao mercado e à sociedade.

Ao mesmo tempo, tem como objetivo conhecer a opinião do profissional sobre a própria atividade de Relações Públicas e como ele a vê praticada no mercado, nos vários segmentos da sociedade.

Veja nos links abaixo alguns aspectos ponderados que
devem ser considerados pelos profissionais:

Justificativa Geral

Flexibilização da Lei

Compreensão dos Profissionais

Compreensão da Academia

Compreensão do Mercado

Todas essas questões, que tanto nos angustiam, precisam ser compartilhadas, discutidas, analisadas e decididas por todos. Afinal, se queremos atuar como sistema, como categoria profissional, temos uma grande tarefa pela frente, a de definir juntos qual será o melhor caminho, o melhor posicionamento.

A tarefa do CONFERP é criar os canais e o ambiente adequados para que a categoria possa se manifestar e definir conjuntamente o que deve ser feito e depois implantar o que for decidido.

Por isso, o CONFERP deseja envolver os profissionais nessa importante e decisiva tarefa. Sua expectativa é que todos os profissionais habilitados em Relações Públicas – registrados ou não – se manifestem a respeito desse conjunto de assuntos, colocando suas opiniões e sugestões para juntos construirmos uma condição melhor para a atividade e profissão de Relações Públicas.

Esperamos que você não precise mais perguntar o que o CONFERP faz, porque chegou o momento de você dizer o que o Sistema CONFERP deve fazer pela categoria e profissão de Relações Públicas. Hoje, você é responsável pelos desígnios da profissão que escolheu e abraçou.

Participe e dê sua opinião. Ela é muito importante.

Agradecemos antecipadamente sua participação.


Um abraço

A Diretoria

PS: Esclarecemos que a gestão anterior realizou pesquisa quantitativa com cerca de 1000 profissionais em todo o Brasil. O resultado dessa pesquisa está sendo analisado e será divulgado oportunamente e em conjunto com o resultado da consulta que se inicia agora.

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Mais de 100 profissionais já enviaram opiniões. Veja abaixo as 10 últimas



Nome: Elvânia Santos da Silveira


Faculdade que estudou:
Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos) São Leopoldo RS


Ano de Conclusão: 08/2006


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? Com certeza continuar na forte fiscalização contra a “pirataria”. Algo que é facilmente aceito pela sociedade, pois quem se comunica facilmente já se considera um relações públicas. O que teremos de fazer é aliar empresas e área academica para realmente mostrar nosso principal papel, o de lidar e o de fazer ações para o público.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? Aqui no RS, o mercado de trabalho para o profissional é muito árduo, pois as instituições, organizações não tem a cultura de contrata-lo. Assumimos cargos de assessor de comunicação = vendedor (sim, nos chamam para vender), organizadores de eventos (se fossemos fazer uma pesquisa esse item estaria em primeiro lugar) e como disse o RP Eduardo Martins, secretariado.

Está na hora de rever conceitos junto com a sociedade e saber como a sociedade nos enxerga e quais expectativas esperam da atividade de um profissional.

Nome: Vera Lia Cechinato Farias


Faculdade que estudou:
Centro Universitário de Brasília – CEUB


Ano de Conclusão: Dezembro de 1987


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? Empresas como os Correios diminuem a importância de um profissional de Relações Públicas quanto ao cargo na empresa.

Sou Analista de Correios Sênior, mas o cargo é Técnico em Relações Públicas, desde 1989.

Como é uma empresa de grande porte, os Correios tem um Plano de Carreira, Cargo e Salários bem diversificado, porém, sempre fui Técnico de RP. A cada reformulação do PCCS, procuro me informar sobre a alteração do cargo, mas nada muda.

O CONFERP pode verificar essa discrepân0essa discrepância com relação ao cargo?

Outra coisa importante será nosso Conselho abrir canal de informação sobre cursos, seminários e outras ações de reciclagem oferecidos com respeito à carreira de RP, para estarmos sempre em consonância com o mercado.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? A que mais me identifico, é o relacionamento interpessoal que culmina no Clima Organizacional das empresas.

Fundamento minha opinião no fato de que a Imagem de uma organização depende do bem-estar de seus empregados. Empregado amigo é o embaixador de sua empresa. E para isso o RP tem muitas ferramentas.

Portanto, ações para incentivar relacionamentos sadios e respeitosos de “cima para baixo”, de “baixo para cima” e “para todos os lados” devem ser praticadas na busca de um clima saudável, fraterno e cordial, que resulta em maior produtividade e providências adotadas pelos próprios empregados para atender toda a clientela.

Nome: Maria das Graças N. do Monte


Faculdade que estudou: ESURP


Ano de Conclusão: Dezenbro de 1997


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? O CONFERP deve atuar no uso de suas atribuições, fazer tudo que for necessário e preciso para melhora da categoria em todos os sentidos.Concordo com esta iniciativa e desde já faço votos que todos os objetivos traçados sejam traçados.Atenciosamente, Maria das Graças N. do Monte


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? O profissional de RP, deve ser mais valorizado, portanto apesar de vender ideias, precisa deixar de ser confudindo como vendedor.O RP é responsavel pela união, relações e sintonia com todos os públicos alvos da empresa, por isso é um profissional de extrema relevância dentro da empresa.

Nome: Marcus Vinicius de Jesus Bonfim


Faculdade que estudou: Faculdade Cásper Líbero


Ano de Conclusão: dezembro de 2001


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? 1) Gostaria, sinceramente, que o CONFERP pensasse o nosso campo das Relações Públicas – mercado, profissão, formação, profissionais, atividades, funções – além do período de cada gestão, ou seja, que a cada três anos, tudo (re)começasse do zero. Salvo melhor juízo, desde 1997, há 13 anos atrás, não se tem uma agenda pública do campo das Relações Públicas que seja um norteador: nosso campo modificou-se absurdamente nesse período, e hoje, estamos ao sabor dos ventos do mercado, quase sem nenhuma crítica sobre o que se faz, o que se pensa e o que se diz sobre Relações Públicas no Brasil. Mesmo reconhecendo as dificuldades de administração, por ser uma autarquia, portanto há a burocracia, e de também sofrer com os problemas de adesão, pelo baixo número de inscritos, temos na verdade uma crise de identidade, de representação, envolvimento e de participação política. Essa crise vem há anos fazendo com que nossas entidades venham definhando e perdendo força ao longo dos anos, e acredito que só através de um amplo conjunto de reformas estruturais e da participação dos colegas é que iremos superar esses problemas.

2) O problema maior não é a legislação que regulamenta a nossa profissão; tampouco, a obrigatoriedade do registro profissional. O que nos amarra é a visão – um pouco simplista às vezes, e outras, libertária demais – de que a extinção do Conselho e/ou da lei do registro propiciará o crescimento do campo, no mercado de trabalho, e também em visibilidade e reputação. É preciso saber, de fato, quantos profissionais e estudantes no Brasil somos hoje? Quantas instituições de ensino hoje formam profissionais de Relações Públicas? Qual a faixa salarial desses profissionais? Onde o mercado está mais concentrado e onde não está? O CONFERP pode até se esquivar da obrigatoriedade legal de consolidar e informar esses dados, mas não pode deixar de entender que há uma obrigação moral em comunicar bem, estes e outros assuntos que afetam nosso cotidiano no exercício da profissão, são os tempos atuais que pedem essa “nova postura” – que nem tão nova é mais.

3) É preciso agir sim, mas tratasse de uma ação cidadã. Antes de sermos profissionais, devemos ser e agir como cidadãos cônscios de nossos direitos e deveres; o que implica, em ética e respeito aos regramentos existentes e participação nos órgãos e entidades de classe. É preciso que a comunidade de profissionais e estudantes de relações públicas se conscientize de que precisamos de cidadania como profissionais, tanto quanto queremos que as organizações onde atuamos sejam socialmente responsáveis, ambientalmente engajadas e sustentáveis. Antes das organizações, nós mesmos precisamos ser e agir da mesma maneira que projetamos aos nossos clientes. Uma categoria profissional não pode ter mais pessoas fora do regime legal do que inscritas no Conselho, isso prejudica em muito nosso valor profissional, não nos dá o “peso” no mercado que tanto almejamos.

4) Também é preciso compreender que sem representatividade, o CONFERP não conseguirá interpor nas Casas Legislativas, resoluções de interesse da categoria. Quanto mais formos integrados e participativos junto ao Conselho e também se atuarmos mais em nossos Estados e Municípios, melhor esforço político conquistaremos para avançarmos em direção àquilo que desejamos em nosso campo profissional. Nos itens “Compreensão dos Profissionais de RP” e “Compreensão do Mercado”, o CONFERP faz inferência a existência de grupos pressionando o CONFERP por mudanças – de novo, peço encarecidamente, informação, pois o Conselho é um órgão público – Quais e quem são esses grupos? Qual é a agenda deles?


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? 5) Além da flexibilização, penso que podemos adotar um novo padrão de certificação profissional ou exame periódico de classe. Talvez, com um modelo híbrido entre as certificações norte-americanas e o exame de classe seja o mais interessante: assim, não só se privilegia a formação acadêmica em pós-graduação, mas também que o hipotético certame avalie as condições profissionais de atuação no mercado, de forma segmentada – ou não.

6) Outro ponto fundamental a ser encarado pelos profissionais trata da formação. As autarquias de profissionais não podem continuar alijadas do processo de autorização e de renovação dos programas curriculares dos cursos de formação superior – seqüenciais, tecnólogos, graduação e pós-graduação. O Ministério da Educação (MEC) tem que ouvir os órgãos da categoria e as Instituições de Ensino também devem acompanhar com maior celeridade as demandas sociais e de mercado. Entendo que AL medida, só irá prosperar se o MEC também flexibilizar toda a burocracia que envolve a formatação dos cursos, criando instâncias onde realmente os agentes do campo, e mais precisamente, representantes dos alunos, professores, dos donos das Instituições, empresários e órgãos de classe sejam ouvidos.

7) A postura que o CONFERP preconiza junto à Academia – de orientar os egressos sobre a postura ética e o respeito à legislação do setor – é fato e está correta, mas ainda é pouco em relação ao problema. A autonomia universitária não pode ser uma cortina por onde se esconde as deficiências de um sistema que não tem a autocrítica necessária para se renovar e buscar novos caminhos. Não podemos esperar que, no caso das instituições privadas – que são hoje a maioria dos centros formadores de profissionais de relações públicas – somente os currículos sejam revistos quando há evasão de alunos, normalmente impactados pelos valores das mensalidades. Se o ensino superior é um negócio, não se deve apoiar pura e simplesmente em parâmetros financeiros. Por mais purista que seja, o real negócio das IES deve ser sempre a EDUCAÇÃO.

8 ) A relação do Conselho com a Academia e o Mercado precisa se reinventar. A relação do Conselho com as demais entidades de classe do setor e de outras áreas também precisa ser potencializada. Já se falou – e muito – sobre campanhas de promoção da profissão, mas o que precisamos é do que mais e melhor fazemos nas organizações, que é planejar. Nossa profissão precisa de planejamento estratégico URGENTE, e mais: que torne essa agenda pública, conhecida e reconhecida pelos seus pares, e que transmita essas informações além do nosso campo, não adianta muito falarmos só para as pessoas – o Conselho precisa dialogar melhor com outros órgãos, enfim, usar a imensa base de dados que possui sob sua guarda, e convidar os profissionais que estão posicionados nas organizações para influenciar positivamente em prol dos interesses da profissão.

Nome: Andressa Silva


Faculdade que estudou:
Universidade Tuiuti do Paraná


Ano de Conclusão: Dezembro de 2005


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? o CONFERP deveria trabalhar mais na divulgação e valorização dessa profissão, pois ainda tem muitas empresas que não reconhecem o valor deste profissional ou nem se quer conhece tal área. Precisamos ser Relações Públicas de nós mesmos para depois ser para as empresas, e isso deveria começar pelos Conselhos que recebem de todos os profissionais formados e não recebem nenhum retorno. Assim como falam tanto em medicina, direito, engenharia e outros, deveríamos ouvir também falarem sobre RELAÇÕES PÚBLICAS e sua importância perante as organizações e a sociedade.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? Acho muito importante, não porque sou uma Relações Públicas com diploma, mas sim pela importância que a Comunicação tem por si só, pois TUDO é comunicação e sem isso nada sobrevive, muito menos uma empresa. A mídia está evoluindo, os fatos acontecem e em minutos estamos vendo nos telejornais, e é assim também nas empresas, tudo que acontece ou vai acontecer, logo está correndo pelos corredores, na hora do cafezinho e assim por diante. O profissional de Relações Públicas é preparado para lidar com tudo isso, com a Comunicação interpessoal, como os problemas devem ser tratados, principalmente quando envolve imprensa e colaboradores, para evitar o máximo possível as fofocas e/ou informações falsas. Além também de ajudar as empresas a mudarem sua visão quanto aos colaboradores, deixando de vê-los somente como “números” mas como parte da organização e responsável pelo seu reconhecimento no mercado.

Nome: guita schechtman


Faculdade que estudou:
puc/rj


Ano de Conclusão: dezembro de 1975 Comunicação social


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? Principalmente na fiscalização ,incluisive de órgãos públicos.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? Muito desrespeitada. Complementando a resposta anterior, existem órgãos, públicos pruncipalemente, em que o rp é indicado só por ter padrinho, não importa a sua formação.

Nome: Itamar Guerreiro


Faculdade que estudou:
provisionado na década de 1970


Ano de Conclusão: provisionado na década de 1970


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? Com a verificação do exercício da profissão por pessoas verdadeiramente credenciadas para tal finalidade, isto é registradas. É preciso levar ao conhecimento do mercado que existem profissionais em condições de promover com a necessária credibilidade quaisquer produtos que precisem ser demonstrados, divulgados ou até mesmo aferidos, em todas as áreas, do comércio à industria. À sociedade em geral, as entidades ligadas à classe devem trazer a público, através de todos os meios à disposição, a realidade do trabalho do profissional de Relações Públicas. No tocante à categoria, é fundamental não aceitar o desvio de função, pois assim estaremos dignificando a carreira. A participação em seminários e a leitura de literatura específica também fazem parte da vida do profissional, para atualização constante.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? Na prática, podemos atuar em várias frentes, desde que tenhamos o bom senso de não causarmos invasão em outras áreas. Basta tão-somente estarmos atentos aos fatos, versões e informações em geral. A leitura como aprendizado é muito importante. A prática, como aperfeiçoamento, é essencial.

As nossas entidades precisam ter maior visibilidade e promover bem a imagem do profissional de Relações Públicas, a fim de que os interessados em dispor dos serviços especializados, não lancem mão de profissionais de outras categorias para “quebrarem um galho”, os seja, fazerem as vezes do RP.

Nome: silvia ramos


Faculdade que estudou:
UNICAP( Universidade Católica de Pernambuco)


Ano de Conclusão: Junho de 1985( fui portadora de diploma do curso deDireito tb realizado na UNICAP

Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? O CONFERP deverá ser mais atuante em relaç;ão `a cobrança dos Conselhos Regionais para uma melhor fiscalização, uma gestão atuante. Valorizar a classe e não permitir que meios de comunicação utilizem o veículo, como o ex da novela Passione, onde o personagem Fred, mau caráter, sem qualificação para exercer o cargo de Relaçoes Públicas, foi designado para o mesmo por se tratar de um homem bonito. Até agora nada foi feito para para que a Globo mude o cargo do mesmo, nenhuma nota de repúdio por órgãos fiscalizadores da profissão foi divulgada à imprensa. Estamos acéfalos.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? São pucos os profissionais que de fato atuam na área de RP. A imagem é do profissional que serve apenas para eventos.É lamentável! existe uma gama enorme onde o bom RP possa exercer suas atividades.

Nome: Anne Elisabete Brito

Faculdade que estudou: UNIFACS


Ano de Conclusão: Dez 2003


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? O Sistema CONFERP, desde que criado, deve atuar de acordo com os princípios da regulamentação e seu posicionamento deve ser ativo de desenvolvimento da profissão de Relações Públicas no Brasil. Precisa de mais comunicação e engajamento com sua categoria, já que os profissionais são o seu público-alvo e apesar da assistência existir, falta relacionamento. Quanto ao mercado, precisa estar mais atento às falhas organizacionais, que confundem atividades como sendo RP, e a sociedade que precisa assistir um filme ou novela, para ouvir falar em Relações Públicas, mas muitas vezes o conceito se apresenta equivocado. Será que uma campanha nacional, reunindo todas as regionais, para os stakeholders, não seria um bom “início” de andamento de uma evolução?!


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado? A prática de Relações Públicas ainda é difícil no mercado, apesar de ser um trabalho eficaz, importante e que ao seu final ganha um imenso destaque. Muitas organizações fecham a equipe de comunicação e não dão espaço aos profissionais, outras não investem em comunicação, porque acham o investimento alto, e desconhecem o retorno que ela proporciona. Os concursos públicos têm poucas vagas. As pessoas estão se graduando em RP e poucas são as ativas, os relações-públicas estão inventando e criando campos de atuação, e isto apesar de ser bom, é árduo e cansativo. Talvez, com um Conselho mais ativo, o trabalho seria mais valorizado, divulgado, necessitado e muitas seriam as contratações e procura. Um dia quero ouvir que é “Moda” ter um RP por perto de um negócio…!

Nome: Rui Cesar Sica


Faculdade que estudou:
PUCPR


Ano de Conclusão: 06/2009


Considerando o contexto apresentado nesse site, como você acha que o Sistema CONFERP deve atuar e se posicionar perante a categoria, o mercado e a sociedade? Acredito que seria bem estratégico exisitir duas sedes. Uma em SP e outra no PR. Para facilitar o contato com os demais profissionais da área.


Qual é sua opinião sobre a prática de Relações Públicas no mercado?
É uma profissão que vem crescendo muito, e precisa amadurecer novamente no mercado.

Hoje a profissão está crescendo, porém ainda, não é muito valorizada.



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