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	<title>Consulta Conferp</title>
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	<description>Consulta Conferp</description>
	<lastBuildDate>Sun, 11 Dec 2011 17:05:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Manifestações de Profissionais</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 17:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conferp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados Pessoais Seu nome: Yeda Pimenta e-mail:       yedapi@hotmail.com Região:      Sudeste Universidade que estudou: UEL Ano de formação:        2004 Tem Pós graduação na área de:   Gestão da Comunicação e Organização de Eventos Dê a sua opinião Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Yeda Pimenta</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>yedapi@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Sudeste</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>UEL</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2004</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Gestão da Comunicação e Organização de Eventos</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Acho que será um retrocesso para nossa profissão. A profissão é regulamentada, por que voltar atrás? Há grande dificuldade para conseguir emprego, se abrirmos o mercado para outros formações, inclusive técnico, considero que será o fim dos cursos de RP. Não podemos deixar que banalizem os cursos de comunicação social, como aconteceu com a habilitação jornalismo.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Acho que devemos continuar com critério único: formação em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>As atividades de comunicação e de relações públicas vem há tempos tentando se consolidar no mercado, passamos anos sendo apenas apagadores de incêndio e considerados com superfluos. Agora que estamos mostrando nossa dimensão estratégica e importância para o relacionamento das organizações com seus públicos, não podemos deixar que pós graduados e técnólogos tenham os mesmos direitos que os nossos. O reconhecimento da nossa profissão vem de muito esforço e ao invés de estarmos discutindo a flexibilização devíamos estar discutindo os próximos passos para valorização e reconhecimento da nossa profissão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Priscila</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>priscilanorcia@yahoo.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>USP</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1994</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Marketing (MBA) e Gestão de Empresas (Mestrado)</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Discordo, não tem que haver abertura nem flexibilização.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Discordo, tenho pós-graduação em Administração e nem por isso sou elegível a cargos de Administração. A pós te dá direito ao conhecimento acadêmico, mas não te prepara para exercer a profissão como a graduação.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Marcos Tadeu Vailan de Sousa</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>mvailann@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>1</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>UERJ</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2007</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong></p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Inconveniente.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Não.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Sim.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>O próprio Conferp, através de notórios associados e acadêmicos contribui para o esvaziamento da profissão e precarização das condições de trabalhos e oportunidades, no mercado público e no privado. Acabaram com o escritório de Relações Públicas da UERJ e o transformaram em &#8220;Laboratório de Comunicação Integrada&#8221;, sendo que &#8220;Comunicação Integrada&#8221; é uma idéia equivocada, criada por uma acadêmica de RRPP, que ajudou a minguar a profissão em um momento de fragilidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Paloma Targino Siqueira</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>palomatargino@yahoo.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>1ª Região</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2006</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Comunicação Integrada</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Sou contra. Esta flexibilização não favorecerá a categoria e dará margem para fortalecer a percepção que o curso superior é dispensável nesse área.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Os critérios não vão aumentar a quantidade de adesões ao conselho.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Deve-se atuar junto aos profissionais de uma forma efetiva, independente dessa nova proposta.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Espero que a nossa profissão, única regularizada com conselho dentro das habilitações de comunicação não permitam que os Relações Públicas passe pela mesma questão dos Jornalistas, quando se abre o precedente de não precisar ter formação em nível superior ou mesmo em comunicação para ter validada a função RP.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Antonio Carlos Ferreira da Rocha</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>antonio.cfr@petrobras.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>Amazonas &#8211; Manaus</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1985</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Opinião Pública e Arteterapia</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>No meu entender somente a Academia ( Curso de nível superior )deve ter a prerrogativa de formar os profissionais de RP e somente esses profissionais, devidamente registrado em Conselho de classe podem e devem exercer a profissão. Cursos de tecnólogos e afins (pós graduação ) não embasam o indivíduo para o exercício da profissão. Ademais, acredito que acarretará no descrédito da profissão e consequentemente, dos seus profissionais.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Sou terminantemente contrário a concessão de registro a profissionais sem o bacharelado.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Não concebo sequer a concessão de registro a esses profissionais.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>José Maria Pires Braun</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>jmpbraun@ig.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>Piauí</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Escola Superior de Relações Públicas &#8211; ESURP</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1979</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Publicidade, Propaganda e Marketing</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Muito boa. A profissão de RP tem que ser ouvida e utilizada, e não ignorada.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Poderia, talvez, ser mais rigorosa, mais detalhada.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Sim. Tem que ter mais rigor. A fiscalização, nesses casos precisa ser mais complexa.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Thatiana Barbirato Pontes</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>thatibarbirato@yahoo.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>1ª</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>UNIFLU-FAFIC</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2005</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Comunicação empresárial</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Por um lado é bom pois isso poderia vir a divulgar mais a profissão, mas isso só seria bom se este plano tivesse um periodo, até pq se isso não acontecer a classe q estudou os 4 anos ficaria prejudicada.Do contrário eu sou contra.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>A sugestão foi dada na pergunta acima&#8230;Ser uma situação temporária.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Sim</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Emanuelle Teles Aguiar</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>etaguiar@gmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>5ª</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade Tiradentes</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2004</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Comunicação Digital</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Não vejo atuação em meu Estado &#8211; Sergipe.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Sem comentários.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Acredito que a fiscalização, pelo menos em Sergipe, deve começar a existir, pois, desde que iniciei meu curso em 2000, nunca ouvi falar de uma fiscalização, nunca fiz parte de uma, nem conheço profissionais que atuam como Relações Públicas sem formação serem chamados a responder por isso. Portanto, a fiscalização não é atuante.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Confesso que não posso opinar sobre o modo como o qual a profissão de Relações Públicas tem sido apresentada pelo Conselho Federal ou Regional, vez que nenhum dos dois tem atuação no Estado de Sergipe. Faz-se necessário que os profissionais daqui sejam reconhecidos como parte do Conselho, principalmente os que estão em dias com as obrigações junto ao mesmo. Lamento o descaso que sofremos em Sergipe e fico na esperança de que não só venhamos a ser vistos como bons profissionais que somos, como também que os profissionais que atuam como Relações Públicas de forma indevida, venham a responder por seus atos. Sincera e lamentavelmente, ainda fico no aguardo de melhoria na atuação do Conselho (especificamente) em Sergipe.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>LEONARDO FERNANDES IANNONE</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>LEOIANN@GMAIL.COM</p>
<p><strong>Região:      </strong>3ª REGIÃO</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>UFMG</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2006</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COM ÊNFASE EM GESTÃO ORGANIZACIONAL</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>FUNDAMENTAL PARA CORREÇÃO DE DISTORÇÕES E VALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO. POSSIBILITANDO A RESOLUÇÃO DE DIVERSOS CONFLITOS COM A REGULARIDADE DE PROFISSIONAIS QUE EXERCEM ILEGALMENTE A PROFISSÃO. NO ENTANTO, É NECESSÁRIO QUE SEJA FEITO COM MUITA PARSIMÔNIA E QUE O EXAME SEJA REALMENTE SELETIVO.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>O CRITÉRIO ESTÁ BOM. TALVEZ SEJA NECESSÁRIO UM MAIOR RIGOR COM RELAÇÃO AOS TECNÓLOGOS.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>NÃO. APENAS O EXAME DEVE SER RIGOROSO, POIS ESSES PROFISSIONAIS NÃO TIVERAM MATÉRIAS BÁSICAS QUE PRECISAM ESTUDAR POR CONTA PRÓPRIA. DEPOIS DE APROVADO VALE UMA FISCALIZAÇÃO MAIS RIGOROSA A TODOS, INCLUSIVE DO CÓDIGO DE ÉTICA QUE ANDA MEIO ESQUECIDO.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>A CATEGORIA ESTÁ MUITO DIVIDIDA E PRECISA DE AÇÕES DE MOBILIZAÇÃO PARA FORTALECIMENTO E MELHORIA DAS CONDIÇÕES TRABALHO. FLEXIBILIZAR PARA PERMITIR QUE OUTROS POSSAM EXERCER, MAS FISCALIZAR AINDA MAIS RIGOROSAMENTE OS QUE EXERCEM DE FORMA IRREGULAR.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Patricia Soares Azoline Correa</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>psacorrea@petrobras.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>Nordeste</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade Estadual de Londrina</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2000</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Marketing</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Sou totalmente contrário, acredito que isto desvaloriza a profissão! Igualmente um médico, advogado, para ter o CRM e a carteira de habilitação da OAB é preciso a formação, o mesmo tem que ser equivalente.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Nao aceitaveis</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Não deve ser permitido o registro a estes profissionais</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Sabrina Zarmati</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>sazarmati@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Baixada Santista</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Metodista</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2002</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>não</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Tem que mudar a cabeça dos brasileiros com relação à profissão, pois hoje, ainda muitos acham que RP = hostess.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Não vi.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>não tenho opinião formada à respeito</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>A mídia tem que ser mais utilizada para a esclarecimentos sobre a profissão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Joicy Britts</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>joicy.britts@gmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>São Paulo</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong></p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2005</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Comunicação, Culturas e Territórios</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Penso ser um equívoco. Tenho a sensação de que é um movimento tão equivocado quanto o DRT para jornalistas que acabou levando a todo desgaste da &#8220;necessidade ou não&#8221; de diploma para atuar como jornalista. Tenho ainda a sensação de que a proposta é um nivelamento &#8220;desnivelado&#8221; para a regularização da profissão. Considero ainda que desta forma, coloca-se em desvantagem os profissionais que passam por todo o processo de formação de 4 anos com toda a carga de estudos e ainda mais o processo de aprendizado no/do mercado. Penso ainda que, mesmo &#8220;atrasando&#8221; mais a decisão, o CONFERP necessita de amadurecimento do mercado com as demandas como tem sido apresentadas&#8230; em suas duas principais discrepâncias: 1) R.P&#8217;s tendo suas funções distorcidas; 2) As funções distorcidas em si, com nomenclaturas que mascaram R.P, abrindo margem para a aceitação de outros profissionais. Volto a utilizar o exemplo do DRT para jornalista como exemplo, &#8220;perdeu-se a mão&#8221; com o desejo de regularizar e abriu-se um buraco negro que foi arrastado por muitos anos&#8230; tenho uma pergunta: o que interessa de fato às empresas? Contratar que tipo de profissional para trabalhar R.P? O que há de pouco esclarecido e/ou pouco articulado para que a demanda aconteça dessa forma? Propor essa solução para &#8220;ajustar&#8221; o problema da categoria não seria uma atitude paleativa? Quais são os riscos que esta decisão representa a médio e longo prazos? Quais precedentes estaremos abrindo? Quais as soluções parelelas para formação séria em R.P que fortalecerá ainda mais a categoria sem que abra-se &#8220;oportunidade&#8221; para &#8220;mais ou para menos&#8221;? Enfim, como está sendo apresentada considero inapropriada porque considero o CONFERP e seu posicionamento imaturo diante do mercado e diante de como o assunto R.P é tratado em diferentes esferas: universidade, empresa, profissional etc.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>. Sugiro o cancelamento momentâneo desta proposta;</p>
<p>. O entendimento profundo da necessidade do mercado atual x a formação de R.P academicamente para chegarmos ao entendimento adequado de onde está o &#8220;buraco&#8221; nesta relação oferta e demanda e porque outros profissionais a desempenham</p>
<p>. Articulação prévia com as grandes e médias empresas que demandam a contratação adequada e inadequada atualmente. Não basta entender, precisam aderir ao correto</p>
<p>. Posicionamento mais firme em termos de legalidades para R.P (onde está o &#8220;gap&#8221; para a &#8220;não obediência&#8221; as regras do Conselho)</p>
<p>. Estudar a possibilidade de um provão para quem está no mercado e não é R.P (mesmo sendo tecnologo ou pós-graduado)</p>
<p>. Depois retomar a proposta</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Obviamente sim! Já considero a formação em R.P na graduação ineficiente. Há 07 quando me formei já não era adequada as expectativas e necessidades do mercado&#8230; atualmente, menos ainda. E são 04 anos de formação&#8230; que exigem depois muito empenho, muitas habilidades desenvolvidas além do aprendido. Sendo assim, um tecnólogo ou pós-graduado pode ter a vantagem de conhecer coisas do/no mercado&#8230; mas não passou pelos 4 anos de formação básica e fundamental das Relações Públicas. Não só penso que a fiscalização deve ser diferenciada, como penso que as funções e permissões devem ser medidas e autorizadas por escalas adequadas a formação que se tem. Um técnico em enfermagem, não é enfermeiro. E um enfermeiro &#8211; mesmo pós-graduado &#8211; não é um médico. E isto é algo muito sério. A não ser que eu seja rigida demais para entender a importância de um R.P. mediando relacionamentos em um negócio&#8230;</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Marcos Tadeu de Souza</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>marcos@agoracomunicacao.net.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>3ª Região &#8211; Reg. 1962</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Centro Universitário Newton Paiva</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2003</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Mestrado em administração, em fase final de conclusão</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Critérios para registro</p>
<p>Os cursos a serem aceitos não devem ser analisados pelas comissões acadêmicas dos Conrerps, mas unicamente por comissão do Conferp.</p>
<p>No caso acadêmico, na medida em que só se aceita quem já está lecionando, o Sistema está dando sua anuência para que pessoas não credenciadas atuem na academia para depois pedirem seus registros, uma vez que estar lecionando é condição para fazê-lo. O certo seria o registro das pessoas interessadas, desde que possuam a especialização, independente se o interesse do registro seja para academia ou o mercado.</p>
<p>Quanto ao registro de tecnólogos:</p>
<p>O mercado já utiliza de mão-de-obra não especializada, sendo a atividade ocupada por profissionais de diversas outras formações. Ao se aceitar os tecnólogos, e podendo estes atuar, certamente a tendência do mercado é preferir estes em detrimento dos bacharéis, em função do custo. E, com isso, as pessoas tenderão cada vez mais a procurar essa categoria de curso.</p>
<p>É sabido que se pretende cercear a atuação desta categoria a algumas funções das atividades de relações públicas, mas isso obrigará a uma maior fiscalização por parte dos Conrerps. Daí a pergunta: os Conrerps darão conta desse incremento de responsabilidades, uma vez que não conseguem fiscalizar nem a atual base de profissionais existentes?</p>
<p>Valeu-me aqui os pareceres dos assessores jurídicos do Sistema para mudar minha opinião, que antes era contrária ao acatamento dos registros de tecnólogos e, portanto, cedo-me a isso. Mas preocupo-me com grande intensidade quanto à substituição dos bacharéis por tecnólogos por parte das empresas contratantes, uma vez que a prática já é de não privilegiar o bacharel em relações públicas.</p>
<p>Assim, pela minha experiência no mercado, acho que a atividade tecnológica é cabida, mas devemos nos estruturar administrativamente, com ações de fiscalização e pedagógicas, para conter o abuso que ora se apresenta em relação ao exercício das atividades de relações públicas.</p>
<p>Contudo, tendo em vista a legislação atual (Lei 5377, Art. 1º, letra a), considero que isso só pode ser realizado, tanto para registro de tecnólogos quanto de especialistas, por meio de alteração da lei.</p>
<p>Quanto ao exame de proficiência para registro, concordo que o mesmo não deve ser realizado pelos Conrerps, mas sim pelo Conferp em uma ou duas edições anuais, conforme demanda. Os Conrerps devem ser apenas os responsáveis pela aplicação dos exames em suas respectivas áreas de atuação.</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Nádia Michael</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>michael.nadia@gmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>4º região</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>UFSM</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1998</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Novas Mídias, Rádio e TV</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Acredito que não é abertura e nem flexibilização que nossa profissão precisa. Já tem picareta demais por aí fazendo absurdos, e se escondendo com cargos de &#8220;gerente de marketing&#8221;, &#8220;relações Institucionais&#8221;, etc&#8230;tirando a vaga de profissionais formados e com competência para atuar na comunicação das empresas.</p>
<p>Por que não tiram o mkt da administração e passam para RP??? Acho que ganharíamos muito mais respeito no mercado !!</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>O Conrerp já não fiscaliza nada assim, que dirá com &#8220;novos registrados&#8221;&#8230;.absurdo a ideia de tecnólogos&#8230;já não bastam os metidos que aprenderam a brincar com photoshop e Corel Draw quererem se achar os comunicadores??</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Canso de receber email de cursos de comunicação para as empresas, ministrados por profissionais de pedagogia, psicologia, administradores, etc&#8230;.o Conrerp nunca fez nada&#8230;.francamente !!!</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Em vez de flexibilizar deveríamos pensar em consolidar nossa profissão! Exigir cargos de RP nas empresas, nas prefeituras, &#8230; como as outras categorias profissionais que são mais organizadas do que nós..os Assistentes Sociais, exigem um profissional em todas as instituições sociais, os engenheiros exigem em todas as obras deste país um profissional responsável&#8230;.só a comunicação é essa bagunça, que ninguém leva á sério e todo mundo se acha o comunicador!</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Natalia</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>natalia.abunahman@globo.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Faculdades Integradas Hélio Alonso</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2009</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Marketing</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Sou totalmente contra à flexibilização. Os objetivos que irão beneficiar a nossa profissão não ficaram claros. A área de Comunicação em geral, principalmente RP, tem um grande problema em relação às atividades de cada uma das habilitações, pois elas se confundem bastante e acredito que com a flexibilização esse problema só tende a aumentar. Além da perda de valor do diploma de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, já que &#8220;qualquer um&#8221; poderá fazer as atividades definidas para os RP, dispensando os conhecimentos acadêmicos.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>A sugestão é definir de uma maneira mais adequada quais são as atividades de Relações Públicas</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Acho que não deve haver a flexibilização de maneira nenhuma.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Acredito que os objetivos dessa flexibilização são apenas comerciais, sem nenhum benefício voltado para os profissionais de Relações Públicas.</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>silvana nader</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>silvana@mncom.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>sp</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>eca-usp</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1989</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong></p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Válida mas para haver maior segurança na decisão acho que devemos fazer um referendum entre os profissionais registrados.Tem que haver uma outra solução aos tecnólogos.Como está vai enfraquecer os cursos de bacharelado</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>É preciso ficar mais claro como esses critérios serão aplicados e como o sistema vai se estruturar para atender as novas demandas</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>não, mas acho que os Conselhos hoje não conseguem atender nada além do que fazem hoje.Não tem estrutura nem para fiscalizar os profissionais de RP</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Antes de tomarmos uma decisão tão relevante como essa o Sistema deveria buscar mais informações sobre os profissionais de RP. Se são 20 mil porque temos só 7 mil registrados? Onde estão? atuam na área ou não? A categoria como um todo quer o registro? Será que o momento é abrir ou entender o que se passa com a categoria quais as perspectivas futuras? o que temos de dados hoje não é suficiente para termos uma avaliação concreta da área.Um fórum com representantes de todas as regiões que trouxessem o perfil e demandas por estado.O que acontece no Brasil como um todo e que pudéssemos debater o cenário atual e o rumo da área.Acho que faria isso antes de decidir se abrir ou como abrir para outros profissionais.</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Luiza</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>luizareal.rp@gmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Primeira</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong></p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong></p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong></p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Não concordo.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Não concordo com a prospota.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Caso seja aceita esta alteração, sim. A fiscalização deveria ser em conjunto com concelhos do primeiro curso estudado.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Ana Carolina de Almeida Ferraz</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>aaferraz@yahoo.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>1ª Região</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2003</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Pesquisa de Mercado e de Opinião Pública</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>As alegações não justificam a necessidade de abertura da profissão, e abre precedentes para muitos outros profissionais que ilegalmente hoje exercem a nossa profissão por uma omissão do Conselho em cobrar dos concursos públicos e empresas privadas a obrigatoriedade da formação em RP para funções exclusivamente nossa. A concorrência irá aumentar ainda mais e também dá uma brecha para acabar com a obrigatoriedade também do Diploma de formação, assim como ocorrido em Jornalismo. Relações Públicas não é especialidade de Comunicação, e sim uma Habilitação/ Graduação!</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Sou contra todos os critérios.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Deve ser tão rigorosa ou até mais rígida quanto para os graduados, mas sou contra.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Vejamos o caso do Direito: O profissional formado em Direito é um Graduado que para exercer a profissão deve, por meio de prova, ter a carteira do Órgão Regulador (OAB). Outros profissionais que exercem função na área jurídica em cargos de nível médio, por maior que seja o know-how, experiência, conhecimento prático e teórico (sim, pq para fazer concurso público para técnico judiciário é preciso estudar, e muito, algumas especialidades do Direito) NÃO PODE FAZER PROVA PARA A OAB e MUITO MENOS EXERCER A PROFISSÃO, por mais que ela faça um curso técnico ou uma pós-graduação em Direito do Consumidor, ou Ambiental, por exemplo, ele NÃO PODE SER REGISTRADO NAQUELE ÓRGÃO REGULADOR. Então, me respondam: por que Relações Públicas pode? Usei como exemplo a área de Direito, mas poderia muito bem usar outras, como Enfermagem. Reflitam&#8230;</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Thaís Kennes</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>tkcomunica@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>4ª região 3166</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>FEEVALE</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2009</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Mídias na Educação</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Independente da forma apresentada, acho injusto com nós bacharéis, duvido que se eu fizesse uma pós em medicina ou direito(ou qualquer outro curso) poderia atuar registrado na área, isso desvaloriza nossa categoria, não vejo como olhar para o futuro, mas como afundar nossa profissão.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Os critérios não serão suficientes para aprovar um registro, quem me garante que alguém não vai ser aprovado por interesse, sem ter a mínima condição de atuar na área? Isso quer dizer que todos os Promoters agora poderão se regularizar se tiverem pós graduação&#8230;</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Se fosse aprovado, acho que não deveriam de ter os mesmos direitos que um bacharel, teria que limitar a atuação deles, porque isso só tira o nosso respaldo.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Cursei 4 anos de graduação, suados, e depois de formada para dizer que sou RP ainda tenho que pagar registro, existem muitos profissionais atuando nos nichos que deveriam ser apenas dos RP&#8217;s e isto nem sempre é fiscalizado, sai bem mais barato contratar um profissional sem formação do que nós&#8230; Abrir o nosso registro para tecnólogos e pós graduados é um absurdo! Vou fazer uma comparação: é como se eu Relações Públicas fosse fazer uma especialização médica de 1ano ou 2, e só por esse motivo fosse capaz de atuar como médica desvalorizando assim o trabalho de alunos que cursaram 5 anos de medicina, ou simplesmente fazer uma pós em direito e tirar a OAB. Me desculpem mas é com ações como essa de abrir o registro para mais profissionais que acabam desvalorizando a nossa profissão, acho que nenhum outro Conselho tomaria uma decisão dessas!!! Não sei qual o tipo de pesquisa que vocês fizeram, mas não pensaram na humilhação que vai se tornar para nós profissionais ao ver cursos bem distantes da nossa área, com pós graduação em Relações Públicas terem o direito de tirar registro. Se vocês querem realmente aumentar a arrecadação, invistam em fiscalização e legislações mais eficazes que beneficiem a nossa categoria, com certeza mais bacharéis em RP irão tirar seu registro, pra ser bem sincera, tem muito profissional formado que não tira o registro, porque não é necessário. Me sinto fracassada perante uma atitude dessas, vocês tiram de nós algo que conquistamos com tanto sacrifício em curso de graduação.</p>
<p>Att. Thaís Kennes</p>
<p>CONRERP 4º 3166</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Tássia Hoffmann</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>tassinha.sl@bol.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>Rio Grande do Sul</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade Feevale</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2011/02</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong></p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Não concordo! Como qualquer outra área de formação o profissional deve ter a graduação específica para garantir a qualificação do setor. Se todos os Conselhos resolverem fazer esta &#8220;flexibilização&#8221;, em pouco tempo teremos advogados atuando como médicos etc.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Não existe prova ou teste que possa emitir a mesma legitimidade que a graduação em Relações Públicas oferece ao profissional. NÃO À FLEXIBILIDADE DO REGISTRO! NINGUÉM PODE SER RELAÇÕES PÚBLICAS, SE NÃO FOR RELAÇÕES PÚBLICAS!</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?</strong></p>
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<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>SE NÃO QUEREM PERDER A CREDIBILIDADE FRENTE A CLASSE DE PROFISSIONAIS, EXTINGAM ESSE PROJETO ABSURDO E ARRECADEM DINHEIRO, FISCALIZANDO AQUELES QUE ATUAM COMO RELAÇÕES PÚBLICAS INDEVIDAMENTE.</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Mônica Jéssica Bacchiega Oliveira</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>monicajessica@uol.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>2a. região SP / PR</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade Federal do Paraná</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2002</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Marketing e Sustentabilidade</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Acredito que a abertura seja necessária para o fortalecimento da categoria. Regulamentar esta demanda do mercado é importante para todos.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Acho excelente, com a ressalva de se ter uma grade curricular mínima para a obtenção do registro tanto para pós-graduados quanto para os tecnólogos.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Como registrados, todos devem ter o mesmo tipo de fiscalização.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Esmeralda Mendes Matias</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>so_li_tudine@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>6ª região</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>centro de rrpp de Recife-PE</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1987</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>não</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Trabalho na Assessoria de Comunicação da Empresa que trabalho como RRPP e não tem como estipular o meu salário de acordo com o profissional de rrpp.Deveria existir um piso estipulado para o funcionário de RRPP</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Cristina Russo Geraldes da Porciúncula</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>cmatendimento@yahoo.com.br</p>
<p><strong>Região:      </strong>Pelotas &#8211; RS</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade Católica de Pelotas</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1997</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Comunicação social &#8211; comunicação organizacional</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Não</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Marcus Vinicius de Jesus Bonfim</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>mvjbonfim@gmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Sudeste</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Faculdade Cásper Líbero</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2001</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Gestão de Processos Comunicacionais e Gestão Integrada da Comunicação Digital, ambas pela ECA-USP</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Estou a favor da flexibilização como medida de ampliar não o mercado de trabalho, mas a nossa caixa de ressonancia corporativa, ou seja, precisamos exceder a categoria em números quantitativos para daí extrair qualidade profissional e de atuação no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Acredito que a alternativa de criar três categorias distintas (para bacharéis, tecnólogos e pós-graduados) seja adequada e preserva as características distintas entre cada perfil, e a exigência do Exame de Qualificação é bem-vinda e necessária para triagem dos profissionais que desejarem a inscrição no Conselho.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>A fiscalização deve, não só ser diferenciada, como também deve estar atenta às reais condições de trabalho destes profissionais, sejam eles bacharéis, tecnólogos ou pós-graduandos, e isto significará, muitas vezes, &#8220;cortar na própria carne&#8221; e autuar empresas e agências de comunicação que contratam profissionais não-registrados ou subcontratam um profissional como &#8220;responsável técnico&#8221;, e mantém em seus quadros não-registrados no controle das ações de comunicação da conta da agência ou do plano de comunicação da empresa.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Entendo que o assunto carece ainda de maior e mais debates Brasil afora; a divulgação e as audiências públicas até aqui realizadas atingiram grande parte dos profissionais de RP das capitais, mas nas cidades do interior do Brasil, fora dos grandes centros, isto ainda não está ocorrendo como deveria.</p>
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<p>Também acredito que as implicações não foram devidamente mensuradas, ou seja, qual o impacto REAL da flexibilização nos campos do ensino, pesquisa e do mercado de trabalho de RP? Sinto que estamos até indo na direção correta, mas tateando no escuro, esperando o porvir para reagir a eventuais problemas que surgirão no caminho.</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Marcelo Gentil Espinheira</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>marcelogentilrp@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>3ª Região &#8211; Conrerp 1771</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Unifacs &#8211; Universidade do Salvador</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2000</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Gestão da Comunicação, Marketing e Gestão Estratégica de Relacionamento</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>A proposta de abertura (flexibilização) é um alento para nossa profissão, tão necessária quanto é também toda a revisão da nossa Legislação. Tenho convicção que o projeto apresentando pelo Conferp poderá construir uma nova era para as Relações Públicas no nosso país. Sou contra uma postura pautada pelo corporativismo.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Estou de acordo, mas desde que tenhamos uma espécie de &#8220;exame de proficiência&#8221;, que servirá para medir o grau de conhecimento do profissional.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Penso que não exista a necessidade. O que é preciso sim é a diferenciação para fins de eleições e outras temáticas, já que não podemos pensar, por exemplo, numa chapa com mais profissionais de outras áreas do que RPs graduados.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Quero parabenizar todo o Sistema Conferp por estar fazendo história. Ao levantar um tema tão polêmico e difícil vocês mostram a capacidade profissional e pessoal que lhes foi delegada pelos nossos registrados. Parabéns a todos pela coragem. Como diria um colega: &#8220;O MERCADO ACABA POR SELECIONAR OS PROFISSIONAIS&#8221;. Sou registrado com orgulho desde 10/09/2002.</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Renata Carla Mendes de Oliveira</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>rntcmo@hotmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Nordeste</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade Federal do Maranhão &#8211; UFMA</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2001</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong></p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Preocupante.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>Concordo para pós-graduados. Não deve haver registro para tecnólogos.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Não deve haver registro para tecnólogos.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Deve-se discutir melhor a abertura da profissão, pois mesmo sem estar aberta já vemos casos aberrantes de pessoas usando o título de &#8216;relações públicas&#8217;. Enquanto jornalistas lutam para manter a &#8216;diplomação&#8217;, estamos indo na contra-mão.</p>
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<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Marcelo Luiz Ficher</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>marcelo.ficher@globo.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>1a Região</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>1992</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Mestrado em Educação (UFF)</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>No espaço destinado à livre manifestação, postei um documento enviado pelo Conrerp 1a Região ao CONFERP, por ocasião da rodada de consultas aos regionais. O texto é uma produção coletiva e o divulgo por ser absolutamente coincidente com as minhas convicções pessoais.</p>
<p>Acrescento minha discordância com o uso da expressão &#8220;flexibilização&#8221; para o caso, o que pode dar a entender a possibilidade de exercício da profissão sem o registro profissional. Na verdade, trata-se de estender aos pós-graduados o registro profissional, o que é bastante diferente, ressaltando-se a permanência da obrigatoriedade de vinculação ao Conselho, na forma da lei.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>O credenciamento deve ser feito por cursos, que deveriam cumprir critérios de qualidade e de adequação ao ensino das Relações Públicas, e não individualmente. Todos os egressos aprovados nos cursos cadastrados fariam jus ao registro. Os critérios propostos são: um terço de professores titulados, um terço de professores de Relações Públicas, um terço de conteúdos próprios da área. Quem fez uma pós-graduação em que não se ensina RRPP não pode obter registro correspondente.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>Não. A fiscalização deve ser a mesma e deve ser intensificada. De que vale absorver novos profissionais na categoria, se todos e qualquer um puderem exercer a profissão sem consequências? Assim como os bacharéis, pós-graduados provavelmente serão ciosos das prerrogativas adquiridas. Caso contrário, de que vale o esforço? Absorver os pós-graduados não é um passo para a desregulamentação, muito pelo contrário: estamos incluindo novos profissionais na regulamentação existente. Isso precisa ficar claro!</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Quanto ao Registro Profissional para Pós-graduados</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Conrerp / 1ª Região entende que, quanto ao registro de pós-graduados em Relações Públicas, as alterações devem indicar a necessidade incontornável de estudar Relações Públicas para ser ou trabalhar como Relações Públicas. Essa é, em nossa opinião, a mensagem a ser trabalhada no</p>
<p>espírito da mudança, porque valoriza a formação e a profissão, em vez do contrário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse sentido, o Conrerp / 1ª Região deliberou ser favorável ao registro profissional apenas</p>
<p>aos pós-graduados que sejam bacharéis em Comunicação Social das demais habilitações do campo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os cursos de pós-graduação stricto sensu oficialmente reconhecidos pelo MEC seriam aceitos</p>
<p>automaticamente e os cursos lato sensu em Relações Públicas – incluindo as “denominações</p>
<p>existentes com possibilidade de convergência” (expressão usada pelo MEC para identificar outras formas de referir-se à comunicação institucional): Assessoria de comunicação; Comunicação; Comunicação corporativa; Comunicação empresarial e institucional; Comunicação jurídica; Gerência da Comunicação organizacional e relações públicas; Gerência de comunicação empresarial; Publicidade e comunicação empresarial, dentre outras possíveis – seriam avaliados conforme sugestão adiante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações em http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/comunicacao.pdf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nosso entendimento é de que, para além de uma simples restrição às demais graduações, a</p>
<p>circunscrição apenas a bacharéis em Comunicação Social é um aceno à unidade e integração</p>
<p>profissional. Há que se destacar que será caso único de um conselho de fiscalização acolher com o registro e autorizar o exercício profissional, mediante especialização, sem o diploma de graduação na própria área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recentemente, o Governo Federal acenou claramente para a especificidade de Relações</p>
<p>Públicas ao exigir licitações independentes para serviços de Propaganda e de Relações Públicas.</p>
<p>Devemos induzir à leitura de que é um gesto de boa vontade diante das demais categorias e</p>
<p>não, ao contrário, permitir, de forma indevida, a interpretação de que o embasamento teórico em</p>
<p>Comunicação Social, bem como o estudo das disciplinas afins (Sociologia, Psicologia, Filosofia etc.) contido na graduação é dispensável, ou pior, que não se precisa estudar Relações Públicas a fundo para o exercício profissional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o Conrerp / 1ª Região, a medida deve vir acompanhada de efetiva e redobrada fiscalização, porque se ampliamos as possibilidades de obtenção do registro, mas não implementamos</p>
<p>uma política de fiscalização consistente, permanecerá vantajoso desrespeitar a lei, com ou sem a pósgraduação.</p>
<p>O resultado seria a desmoralização da iniciativa e de todo o Sistema CONFERP.</p>
<p>Indagariam os “novos” profissionais: – ora, por que filiar-se a uma instituição que não preza pela garantia dos direitos de seus afiliados?</p>
<p>Um aspecto adicional: por outro lado, combinadas da maneira que sugerimos, a inclusão</p>
<p>desses pós-graduados e a recuperação da credibilidade da lei, apontam no futuro para a criação do Conselho Único de Profissionais de Comunicação Social, seguindo indicativo do Parlamento que nos inspira. Sendo a única profissão regulamentada nesse campo, assevera-se como um caminho natural a reunião em torno do único Conselho existente.</p>
<p>Como contribuição ao processo, além dessas considerações, encaminhamos proposta alternativa de minuta de resolução, incorporando as sugestões acima e estabelecendo os critérios de qualidade a serem exigidos dos cursos de pós-graduação para a concessão do registro profissional a seus egressos. Os critérios são coincidentes com os adotados pelo MEC para o credenciamento de cursos e institui a obrigatoriedade de carga horária mínima, conteúdos e número de docentes em Relações Públicas. Isto porque, acatada a premissa da necessidade de estudar Relações Públicas como condição para o exercício profissional, não faria sentido absorver egressos de cursos de pós que não contemplem tais conhecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanto ao Registro Profissional para Tecnólogos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os Conselheiros da 1ª Região, em assembleia ordinária, nesta data, decidiram manifestar</p>
<p>contrariedade quanto à inclusão do reconhecimento dos egressos de cursos de tecnologia no âmbito das atuais discussões sobre revisão da legislação, por considerar o momento inoportuno.</p>
<p>Os debates sobre a inclusão de pós-graduados, no âmbito do Sistema CONFERP, devem</p>
<p>consumir, em nossa opinião, toda a nossa energia e atenção nesta primeira etapa de revisão dos</p>
<p>critérios de concessão do registro profissional.</p>
<p>A inclusão simultânea de pós-graduados e de tecnólogos pode gerar um aumento significativo</p>
<p>da resistência às mudanças pretendidas, diminuindo a probabilidade de alterações concretas. Tendo em vista a exígua existência de cursos superiores de tecnologia em nossa área, a discussão pode esperar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda assim, cabem algumas considerações:</p>
<p>1. Os cursos de “Tecnologia em Comunicação Institucional”, únicos autorizados pelo MEC em</p>
<p>nossa área, contrariam a própria lógica de sua criação. Ao invés de fazer um recorte de conteúdo, verticalizando e aprofundando aspectos particulares de um determinado segmento</p>
<p>de conhecimento, descrevem o escopo de atuação profissional de forma idêntica à da</p>
<p>graduação tradicional, a saber:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O tecnólogo em Comunicação Institucional planeja, implementa, gerencia e</p>
<p>promove o uso de tecnologias para a comunicação institucional interna e externa.</p>
<p>Sensível a aspectos estéticos, formais e sociais de uma organização, este profissional</p>
<p>ocupa-se basicamente em definir os objetivos de comunicação da instituição, avaliar</p>
<p>os resultados da política de comunicação, interagir com o público interno e externo,</p>
<p>desenvolver projetos de comunicação em diferentes mídias, além de atuar, em</p>
<p>equipes multidisciplinares, na promoção de eventos utilizando estratégias de gestão e</p>
<p>marketing” (Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia / MEC)</p>
<p>A título de comparação, citamos a descrição do Curso Superior de Tecnologia em Eventos:</p>
<p>“O tecnólogo em Eventos atua em instituições de eventos, de turismo e em meios de</p>
<p>hospedagem, prestando serviços especializados no planejamento, organização e</p>
<p>execução de eventos sociais, esportivos, culturais, científicos, artísticos, de lazer e</p>
<p>outros. Domínio dos códigos funcionais e dos processos de interação dinâmica de</p>
<p>todos os agentes integrados ao turismo e os variados aspectos culturais, econômicos</p>
<p>e sociais da região em que atua, com consciência crítica acerca das orientações</p>
<p>éticas, ambientais e legais, são fundamentais na atuação deste profissional.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consideramos que, com atuação prevista para um recorte específico dentre as atribuições de</p>
<p>Relações Públicas, e delimitado quanto ao escopo, esse curso estaria mais adequado aos nossos</p>
<p>interesses do que o de Comunicação Institucional. Sugerimos a sua inclusão nas discussões quando da análise do registro para tecnólogos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. Segundo parecer da nossa assessoria jurídica, há ilegalidade na minuta de resolução do</p>
<p>CONFERP ao restringir a ascensão dos tecnólogos a cargos de chefia, corroborado pela</p>
<p>descrição acima do referido curso;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. Em consulta a entidades similares à nossa (já encaminhado ao Conferp), verificamos</p>
<p>limitações quanto à extensão do escopo de atuação, que deve limitar-se ao objeto do curso em</p>
<p>questão. Por exemplo, em Administração, um tecnólogo em gestão ambiental pode atuar</p>
<p>somente em empresas ou departamentos ligados a essa área, podendo inclusive assumir</p>
<p>cargos de direção;</p>
<p>Por essas razões, intuímos graves prejuízos aos cursos de graduação, na forma proposta,</p>
<p>deprimindo a oferta de vagas para o bacharelado e rebaixando a formação profissional,</p>
<p>principalmente numa análise conjugada das duas medidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À guisa de conclusão, sugerimos que os cursos de tecnologia sejam analisados numa etapa</p>
<p>posterior a dos pós-graduados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Dados Pessoais</em></strong></p>
<p><strong>Seu nome: </strong>Muriel Cristina de Paula Silva</p>
<p><strong>e-mail:       </strong>murieldepaula@gmail.com</p>
<p><strong>Região:      </strong>Conrerp 1a região</p>
<p><strong>Universidade que estudou: </strong>Universidade do Estado do Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Ano de formação:        </strong>2007</p>
<p><strong>Tem Pós graduação na área de:   </strong>Pesquisa de Mercado e Opinião Pública</p>
<p><strong><em><br />
Dê a sua opinião</em></strong></p>
<p><strong>Como profissional de Relações Públicas, o que acha da abertura da profissão do modo como ela está sendo apresentada pelo Conferp?<br />
</strong>Fiquei bom bastante dúvida sobre esse processo. A abertura do mercado em si é bom, mas faltam respostas para algumas questões. Resumi minha opinião no espaço para livre manifestação.</p>
<p><strong>O que acha dos critérios apresentados para os “novos registrados”? Você tem outras sugestões?<br />
</strong>São critérios bons, mas precisamos pensar em como vamos conseguir executá-las, como vamos realizar as provas, fazer a análise dos cursos de pós-graduação etc. Acho que a flexibilização poderia ser feita apenas por um período e depois analisado se continuaria ou não para não desestimular os cursos de graduação. Seria uma forma de provisionamento.</p>
<p><strong>No caso dos novos registrados &#8211; profissionais dos cursos de tecnologia e pós-graduados &#8211; você acha que a fiscalização deve ser diferenciada?<br />
</strong>A fiscalização não deve se diferenciar. Todos os profissionais que atuam em Comunicação Institucional devem se registrar como RP atendendo aos critérios que o Conrerp estabelecer caso a flexibilização passe a existir.</p>
<p><strong>Espaço para livre manifestação<br />
</strong>Já tem muito tempo que eu esperava a tal da flexibilização do registro de RP e a alteração da lei nº 5.377. Achava o máximo pensar que teríamos uma forma de fazer bons profissionais não formados em RP, mas que fizeram pós na área, terem a chance de atuar na área de forma legal. E continuo achando isso muito bacana, mas confesso que estou em cima do muro em relação à proposta apresentada pelo Conferp.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Analisando todos os textos do hotsite da consulta percebi que havia pouca isenção na apresentação da proposta. Ficou claro o direcionamento para a aprovação. A partir dessa análise, busquei participar das discussões no Facebook e fui ficando cada vez mais em dúvida sobre o melhor caminho a seguir. O Conferp já informou que não tem respostas para todos os questionamentos e eu não consigo votar conscientemente sem informações claras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, temos que refletir mais e mais sobre esse assunto, ter mais tempo para debater. Ainda tem muita gente da área que não tem ideia do que está acontecendo. Nem todo mundo está online. Sinceramente, quero mais tempo para pensar. Quero respostas aos nossos questionamentos e é por isso tudo que continuo em cima do muro. O nosso prazo está acabando, dia 4 de dezembro já está aí. E você, o que pensa sobre a flexibilização?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Questões:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt; Alinhamento com o mercado internacional: o Brasil é um dos poucos lugares onde a graduação em Relações Públicas é item obrigatório para atuar na área. Nos Estados Unidos, por ex, qualquer profissional pode atuar em RP – é comum ver jornalistas atuando na área, mas há a exigência de largar a carteirinha / registro de jornalista e assumir o de RP. Quem atua com assessoria de imprensa, por ex, não pode atuar em veículos de imprensa. Porém isso não ocorre por aqui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt; Confusão do mercado brasileiro: ainda há uma grande confusão entre a atividade de Relações Públicas (que tem todo o seu arcabouço teórico, conceitual e áreas relacionadas) e a formação do profissional que atua nessa área. Ao longo do tempo o nome Relações Públicas passou a ser substituído ou para dificultar a fiscalização ou para facilitar o entendimento do cliente sobre o que ele estaria recebendo como serviço das agências e hoje poucas pessoas conseguem entender onde começa e onde termina a área. Ao que parece este mercado está ainda engatinhando na compreensão das relações públicas. Então, como vamos conseguir esclarecer que esse espaço é do campo de Relações Públicas e por isso todo mundo precisa se registrar? Para mim, temos que fazer muita divulgação da atividade (e porque não do profissional) para o mercado entender quais atividades / ferramentas compõem as Relações Públicas e que o que estamos querendo não é reserva e sim uma delimitação de mercado para depois ou paralelamente essa flexibilização acontecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Assessoria de imprensa, um caso a parte: foi a primeira atividade intitulada de Relações Públicas, mas no Brasil por questões históricas – foi o nicho perfeito para os então jornalistas que não queriam ou não tinham mais espaço nas redações já reduzidas nos veículos de imprensa – está fortemente vinculada ao jornalismo, mesmo não o sendo. Muitos assessores de imprensa se recusam a aceitar que a área pertença ao campo de Relações Públicas e inclusive o sindicato de jornalistas luta por exclusividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- da AI para o mundo de RP: obviamente ao conhecer a AI, muitos profissionais passaram a atuar também nas demais atividades de RP: comunicação interna, comunicação organizacional, relacionamento comunitário, segmentado etc. etc. E o pior é que quase ninguém acha que está atuando em RP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt;Ingenuidade: conheço pessoas que são fortemente a favor e outras totalmente contra e apesar de achar a ideia cheia de boas intenções, acredito que estamos sendo ingênuos. Parece que a flexibilização vai resolver todos os problemas do nosso mercado e também dos cofres dos conselhos. A meu ver, não há uma grande quantidade de profissionais esperando ansiosamente que os Conrerps passem a recebê-los. Ao contrário, esses são poucos. A grande maioria acha que não atua na área (apesar de trabalhar como assessor de imprensa, por ex) ou prefere ignorar que estão atuando fora de suas habilitações e que estão sim na área de Relações Públicas. É mais cômodo e mais barato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt; Duração da flexibilização: é para sempre, é temporário? Acho que se ela acontecer deveria ser apenas por um tempo suficiente para que as ações de esclarecimento aconteçam e surtam efeito e para abraçar os profissionais que estão ilegais hoje, mas que não dure a tempo de virar um desincentivo à graduação na área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt; Incentivo à graduação: precisamos de estratégias para o crescimento dos cursos. Hoje muitas faculdades estão fechando e ninguém está conseguindo impedir isso (ao menos no Rio de Janeiro). O trabalho do Planejamento Estratégico apenas começou e obviamente só conseguirá ver os resultados plenos em mais ou menos uns 5 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt;Fiscalização: como vai funcionar? Todas as pessoas que trabalham em áreas/ departamentos / gerências de comunicação / relacionamento vão ser obrigadas a se registrar? E como vamos conseguir convencer todas essas pessoas que nem sabem que atuam na área de Relações Públicas que ela agora tem que se registrar nesse conselho? E se não for isso, qual é o sentido da flexibilização. Só entra quem quer? O que vai valer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt;Análise dos critérios / pós e provas de proficiência: se hoje os Conrerps não possuem recursos para realizar suas atividades, como poderão ainda realizar as bancas para exame de proficiência e avaliação dos cursos de pós-graduação?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&gt;Validade da resolução: a flexibilização se dará por resolução e a lei não irá mudar por enquanto. O problema é que a lei exige que seja graduado em relações públicas e ninguém além dos próprios legisladores pode mudar as leis. E como a flexibilização estaria dentro da lei sem mudá-la? Como vamos responder aos questionamentos jurídicos se eles acontecerem? No meu pouco entendimento sobre legislação o Conferp estaria legislando além do que lhe caberia ao tentar “mudar” por conta própria a lei da profissão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">

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